sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Sites interessantes para a Geografia
Mapas interativos
Postado Por Ricardo Carvalho Em 30 de julho de 2010 (15:00) Na Categoria Carta na Escola
É possível percorrer o mundo e conhecer as características geológicas, políticas e econômicas de diversos países usando apenas um mouse
O desenvolvimento das novas tecnologias da informação permitiu que uma série de suportes fosse trabalhada em sala de aula. Com a internet, educadores têm acesso a ferramentas gratuitas que auxiliam suas atividades na classe. Especificamente na área de geografia, estão espalhados sites pela web que disponibilizam gráficos, cartografias, dados populacionais e indicadores sociais, permitindo uma análise comparativa de geografia física e política entre todas as regiões do mundo. Com um adicional: as grandes possibilidades de manipulação e interação com todos os dados apresentados.
O professor de Tecnologia Educacional Jarbas Novelino Barato indicou em seu blog (jarbas.wordpress.com) alguns sites que contêm material com curiosidades de geografia física e política. O grande diferencial, diz Novelino, está na quantidade de recursos interativos nesses portais. “O aluno não vai apenas ver informação, mas ser ativo”, afirma. O site StatPlanet (www.sacmeq.org/statplanet/ StatPlanet.html), por exemplo, é constituído de um mapa político do mundo em que os mais diversos indicadores socioeconômicos aparecem na medida em que o usuário passa o mouse pelos países. Assim, é possível comparar a diversidade linguística do Brasil, onde existem mais de 193 idiomas existentes, e a Espanha, com pouco mais de 20.
Outro portal sugerido por Novelino é o IBGE Países(www.ibge.gov.br/ paisesat/main.php), que conta com a vantagem de ser em português. Parecido com o StatPlanet, o IBGE Países fornece dados curiosos de países, como o número de linhas telefônicas na Coreia do Norte (4,97 a cada 100 habitantes) em contraponto ao da França (56,42).
Essas tecnologias dão aos professores meios para que proponham atividades de análise de dados entre seus estudantes, podendo criar quadros comparativos entre várias nações. “O professor pode comparar dois países produtores de petróleo, como Angola e Tunísia, e pedir que os alunos levantem a renda per capta e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada um”, exemplifica Novelino. Com isso, um debate seria promovido sobre as razões pelas qual o PIB por habitante angolano e o tunisiano serem próximos (3.068 e 3.390 dólares, respectivamente) e haver grande disparidade entre os IDH (0,564 e 0,769).
Há também portais interativos na web que trazem dados mais específicos, como número de nascimentos e falecimentos por minuto e quantidade de carbono liberado na atmosfera por país. Além de outros que exploram recursos visuais diferenciados, como o WordlMapper (worldmapper.org). Este, em vez de disponibilizar apenas dados numéricos, recria os mapas de acordo com os indicadores. Assim, ao selecionar a opção População Total Mundial, países como Índia e China aparecem com uma área proporcional às suas populações, tornando-se muito maiores do que as outras nações.
Para permitir que você, caro professor, desenvolva algumas dessas atividades com seus alunos, selecionamos sites que, além de trazer informações interessantes sobre geografia, permitem grande quantidade de recursos e interação.
Ambiente, sociedade e história (em espanhol)
O site Guia El Mundo (guiadelmundo.org.uy/cd/ countries/index.html) lista indicadores por país, mas possui um formato diverso. Ao invés de um mapa-múndi interativo, há uma ferramenta de busca que leva o visitante à página reservada a cada Estado. Apesar de não ter tantos dados quanto o StatPlanet, o portal apresenta um resumo da história, ocupação e composição étnica de cada nação.
Mapas e animações (em inglês)
O Worldmapper (www.worldmapper.org) possuí mapas
com tamanhos reajustados de acordo com o indicador selecionado. Ao escolher o link “Usuários de internet em 2007”, os Estados Unidos, Europa e parte da Ásia aparecem extremamente grandes, enquanto África, Oriente Médio e América Latina diminuem.
Indicadores socioeconômicos (em inglês)
O StatPlanet (sacmeq.org/statplanet/ StatPlanet.html) é um completo site de geografia em inglês que disponibiliza diversos dados e indicadores socioeconômicos por país. Além de fornecer estatísticas de demografia e população, acesso a tecnologias digitais, economia e desenvolvimento, educação, meio ambiente e energia, saúde, política e língua, o StatPlanet possuí gráficos que mostram as variações dos dados nas últimas duas décadas. Assim, é possível ver o crescimento da expectativa de vida no Brasil, que era de 67 anos, em 1990, e atingiu 72, em 2006.
Indicadores socioeconômicos (em português)
Com menos recursos do que o StatPlanet, o IBGE Países
(ibge.gov.br/paisesat/main.php ) conta com o adicional
de ser em português. Assim como o anterior, basta clicar sobre o país para conhecer dados populacionais, indicadores sociais, economia, redes de comunicação e meio ambiente. Ao lado de cada subitem (IDH, presente na aba de indicadores sociais, por exemplo), há o link “Dados do Mundo”, que organiza uma tabela com as informações listadas por nação.
Emissão de carbono (em inglês)
O BreathingEarth (breathingearth.net) é um mapa online mais específico. Ao passar o mouse pelos países, o usuário recebe informações sobre população e emissão de carbono. Ao selecionar o Brasil, o internauta vê que uma pessoa morre a cada 25,3 segundos, enquanto um nascimento ocorre a cada 8,6 segundos. Já na emissão de CO2, o País libera mil toneladas a cada 1,6 minuto, uma média de 1,69 tonelada por pessoa ao ano.
Emissão de carbono (em inglês)
Este mapa, encontrado no link www.washingtonpost.com/wp-srv/ special/climate-change/global- emissions.html, é produzido
pelo jornal norte-americano The Washington Post e traça um histórico das mudanças climáticas ocorridas nos últimos 50 anos. É possível ver como a China saiu de um distante 7º maior emissor de carbono, em 1950, para o maior poluente em 2006.
Postado Por Ricardo Carvalho Em 30 de julho de 2010 (15:00) Na Categoria Carta na Escola
É possível percorrer o mundo e conhecer as características geológicas, políticas e econômicas de diversos países usando apenas um mouse
O desenvolvimento das novas tecnologias da informação permitiu que uma série de suportes fosse trabalhada em sala de aula. Com a internet, educadores têm acesso a ferramentas gratuitas que auxiliam suas atividades na classe. Especificamente na área de geografia, estão espalhados sites pela web que disponibilizam gráficos, cartografias, dados populacionais e indicadores sociais, permitindo uma análise comparativa de geografia física e política entre todas as regiões do mundo. Com um adicional: as grandes possibilidades de manipulação e interação com todos os dados apresentados.
O professor de Tecnologia Educacional Jarbas Novelino Barato indicou em seu blog (jarbas.wordpress.com) alguns sites que contêm material com curiosidades de geografia física e política. O grande diferencial, diz Novelino, está na quantidade de recursos interativos nesses portais. “O aluno não vai apenas ver informação, mas ser ativo”, afirma. O site StatPlanet (www.sacmeq.org/statplanet/
Outro portal sugerido por Novelino é o IBGE Países(www.ibge.gov.br/
Essas tecnologias dão aos professores meios para que proponham atividades de análise de dados entre seus estudantes, podendo criar quadros comparativos entre várias nações. “O professor pode comparar dois países produtores de petróleo, como Angola e Tunísia, e pedir que os alunos levantem a renda per capta e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada um”, exemplifica Novelino. Com isso, um debate seria promovido sobre as razões pelas qual o PIB por habitante angolano e o tunisiano serem próximos (3.068 e 3.390 dólares, respectivamente) e haver grande disparidade entre os IDH (0,564 e 0,769).
Há também portais interativos na web que trazem dados mais específicos, como número de nascimentos e falecimentos por minuto e quantidade de carbono liberado na atmosfera por país. Além de outros que exploram recursos visuais diferenciados, como o WordlMapper (worldmapper.org). Este, em vez de disponibilizar apenas dados numéricos, recria os mapas de acordo com os indicadores. Assim, ao selecionar a opção População Total Mundial, países como Índia e China aparecem com uma área proporcional às suas populações, tornando-se muito maiores do que as outras nações.
Para permitir que você, caro professor, desenvolva algumas dessas atividades com seus alunos, selecionamos sites que, além de trazer informações interessantes sobre geografia, permitem grande quantidade de recursos e interação.
Ambiente, sociedade e história (em espanhol)
O site Guia El Mundo (guiadelmundo.org.uy/cd/
Mapas e animações (em inglês)
O Worldmapper (www.worldmapper.org) possuí mapas
com tamanhos reajustados de acordo com o indicador selecionado. Ao escolher o link “Usuários de internet em 2007”, os Estados Unidos, Europa e parte da Ásia aparecem extremamente grandes, enquanto África, Oriente Médio e América Latina diminuem.
Indicadores socioeconômicos (em inglês)
O StatPlanet (sacmeq.org/statplanet/
Indicadores socioeconômicos (em português)
Com menos recursos do que o StatPlanet, o IBGE Países
(ibge.gov.br/paisesat/main.php
de ser em português. Assim como o anterior, basta clicar sobre o país para conhecer dados populacionais, indicadores sociais, economia, redes de comunicação e meio ambiente. Ao lado de cada subitem (IDH, presente na aba de indicadores sociais, por exemplo), há o link “Dados do Mundo”, que organiza uma tabela com as informações listadas por nação.
Emissão de carbono (em inglês)
O BreathingEarth (breathingearth.net) é um mapa online mais específico. Ao passar o mouse pelos países, o usuário recebe informações sobre população e emissão de carbono. Ao selecionar o Brasil, o internauta vê que uma pessoa morre a cada 25,3 segundos, enquanto um nascimento ocorre a cada 8,6 segundos. Já na emissão de CO2, o País libera mil toneladas a cada 1,6 minuto, uma média de 1,69 tonelada por pessoa ao ano.
Emissão de carbono (em inglês)
Este mapa, encontrado no link www.washingtonpost.com/wp-srv/
pelo jornal norte-americano The Washington Post e traça um histórico das mudanças climáticas ocorridas nos últimos 50 anos. É possível ver como a China saiu de um distante 7º maior emissor de carbono, em 1950, para o maior poluente em 2006.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Secretário-geral da ONU diz que mundo não freia ritmo de extinção de animais e vegetais
DA FRANCE PRESSE
O mundo não consegue frear o ritmo com que as espécies animais e vegetais desaparecem, advertiu nesta o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma reunião sobre biodiversidade durante a cúpula das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio em Nova York, nesta semana. "A degradação da diversidade acelera-se no mundo", enfatizou Ban aos líderes reunidos na sede da ONU. "A razão é simples: as atividades humanas, de vocês, minhas, as de cada um (...). Muita gente continua sem entender as consequências dessa destruição", completou.
| Kimamasa Mayama/Efe |
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| Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, diz que mundo não entende consequências da degradação da biodiversidade |
O secretário-geral também advertiu que na convenção sobre diversidade biológica em outubro na cidade japonesa de Nagóia, os representantes de 193 nações deverão discutir a distribuição equitativa das responsabilidades sobre os recursos naturais e seus benefícios.
Um plano estratégico com as nações de economias emergentes deve "garantir transparência, segurança jurídica e previsibilidade para quem busca acesso aos recursos, assim como distribuição justa e equitativa dos benefícios derivados deles", advertiu, por sua vez, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.
A ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pediu para divulgar mais a importância de conservar as espécies animais e vegetais.
"Precisamos de um pacto em Nagóia", disse Teixeira, que instou os líderes mundiais a "elevar o perfil da biodiversidade e galvanizar a vontade política e o compromisso de todos os países".
"Não seremos capazes de mitigar a mudança climática nem de nos adaptar a seu impacto, nem de prevenir a desertificação e degradação dos solos, se não protegermos nossos ecossistemas e biodiversidade", enfatizou Barroso.
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